“Ninguém nasce expert em comunicação. Essa habilidade é desenvolvida ao longo de uma existência. Pessoas em geral, aprendem sobre os primeiros sinais de comunicação no meio familiar e produzem a partir disso, um significado, mediante o entendimento da palavra proferida, do comportamento e de suas consequências no contato interpessoal.
A Comunicação é um processo de troca e para ser legítima, é necessário o reconhecimento do outro como fonte de estímulo e de ampliação de uma visão. Lembro-me de ter assistido uma palestra com o filósofo Clóvis de Barros Filho, cujo tema era: “A vida que vale à pena ser vivida”. Ele iniciou a “conversa” atrás do púlpito, falando manso e devagar. Pensei: “Parece que ele se esconde atrás de um toco”.
Um minuto depois, o cenário era outro. O palestrante foi ganhando vigor e espaço junto à plateia. O tom de voz alterou-se de: manso a eletrizante. Ele apresentou de forma lúdica a “Eudaimonia aristotélica”. Esse grande filósofo e seus discípulos gregos tinham o pensamento de que a felicidade era inerente ao homem.
O palestrante com todo seu repertório de comunicação com o público, trouxe o conceito aristotélico para as questões de ordem prática da vida, fazendo várias ilustrações sobre como a ideia de felicidade é diferente para cada pessoa.
Não mais me esqueci do Prof. Clóvis e é bem provável que não o apague da minha mente enquanto ela se mantiver lúcida. Esse orador disse coisas que afetaram positivamente a minha percepção sobre o tema. Relaxei nessa hora!
Essa experiência encantadora me fez pensar melhor sobre os componentes da arte da oratória: O carisma, a capacidade de abordar temas impactantes e a apresentação de uma visão comum para falar de coisas incomuns, aliado ao uso de boas metáforas e recursos técnicos, fazem da apresentação um processo refinado. Nesse caso, quando o orador aborda um tema sensível a um grande grupo, é como se ele tivesse sensibilizando e se comunicando particularmente com o ouvinte. Essa produção de significados entre o que é dito, e o que é recebido, torna uma experiência enriquecedora para ambas as partes. Ali se estabelece um valor maior- a capacidade de trocas refinadas entre pessoas.
A expressão do olhar, somada a linguagem corporal são bons artifícios para tornar uma palestra bem-sucedida. A comunicação entre as partes precisa ser de proximidade, com um toque de afetividade e de humor, do tipo: “Eu estou com vocês, já passei por isso também. Relaxem, somos seres humanos”! Ufa que alívio, pensam os ouvintes...
O desafio de uma boa oratória é a comunicação e ao mesmo tempo, a celebração com o outro, dessa forma, todos compartilham de um significado e aprendem.
Ninguém nasce expert em comunicação. Essa habilidade é desenvolvida ao longo de uma existência. Pessoas em geral, aprendem sobre os primeiros sinais de comunicação no meio familiar e produzem a partir disso, um significado, mediante o entendimento da palavra proferida, do comportamento e de suas consequências no contato interpessoal.
A Comunicação é um processo de troca e para ser legítima, é necessário o reconhecimento do outro como fonte de estímulo e de ampliação de uma visão. Lembro-me de ter assistido uma palestra com o filósofo Clóvis de Barros Filho, cujo tema era: “A vida que vale à pena ser vivida”. Ele iniciou a “conversa” atrás do púlpito, falando manso e devagar. Pensei: “Parece que ele se esconde atrás de um toco”.
Um minuto depois, o cenário era outro. O palestrante foi ganhando vigor e espaço junto à plateia. O tom de voz alterou-se de: manso a eletrizante. Ele apresentou de forma lúdica a “Eudaimonia aristotélica”. Esse grande filósofo e seus discípulos gregos tinham o pensamento de que a felicidade era inerente ao homem.
O palestrante com todo seu repertório de comunicação com o público, trouxe o conceito aristotélico para as questões de ordem prática da vida, fazendo várias ilustrações sobre como a ideia de felicidade é diferente para cada pessoa.
Não mais me esqueci do Prof. Clóvis e é bem provável que não o apague da minha mente enquanto ela se mantiver lúcida. Esse orador disse coisas que afetaram positivamente a minha percepção sobre o tema. Relaxei nessa hora!
Essa experiência encantadora me fez pensar melhor sobre os componentes da arte da oratória: O carisma, a capacidade de abordar temas impactantes e a apresentação de uma visão comum para falar de coisas incomuns, aliado ao uso de boas metáforas e recursos técnicos, fazem da apresentação um processo refinado. Nesse caso, quando o orador aborda um tema sensível a um grande grupo, é como se ele tivesse sensibilizando e se comunicando particularmente com o ouvinte. Essa produção de significados entre o que é dito, e o que é recebido, torna uma experiência enriquecedora para ambas as partes. Ali se estabelece um valor maior- a capacidade de trocas refinadas entre pessoas. ”
Cristina Consalter
Qualquer fundador de empresas que gerou prosperidade ao longo do tempo, possui algumas características predominantes, dentre elas: a capacidade de lidar com riscos, alto nível de energia, inspiração, foco e visão de negócios apurada. Compreender a sua trajetória de vida e de carreira, assim como o seu modo de enfrentar as situações críticas e aprender com os erros, faz parte dos desafios da Mentoria de carreira para o programa de sucessão familiar.
“A carreira profissional tem sofrido intensas mudanças nas últimas décadas, diante do impacto da tecnologia sobre o comportamento humano no trabalho. A perspectiva da longevidade na mesma profissão e empresa, cederam lugar a um cenário mais complexo: o surgimento de novas categorias profissionais e a criação de diferentes modalidades de trabalho. E, a partir das mudanças de comportamento do consumidor, ampliaram-se o leque de opções de carreira.
"A liderança ressonante é um tema de vital importância para o mundo corporativo. A origem do termo ressonância, vem do latim resonare, ressoar. De acordo com a definição do Oxford English Dictionary, representa o prolongamento de sons pela vibração da sincronicidade das ondas eletromagnéticas, que ressoam entre as partes e geram um tom emocional positivo.